O ISLAMISMO E O ANTICRISTO

Recentemente assisti em certo telejornal de abrangência nacional que “terroristas” sírios estavam invadindo estados iraquianos e por mais que houvesse um forte componente religioso nos combates em desenvolvimento na região, não parecia clara a razão destas disputas e qual o objetivo final de tudo isso. No entanto, depois de observar o mesmo padrão em inúmeros acontecimentos relacionados à política, religião e filosofia de vida chamada ISLAMISMO, uma só coisa explica o que está acontecendo: a determinação muçulmana na conquista do mundo.

85% do mundo islâmico é constituído pelo segmento sunita. Por sua vez os muçulmanos sunitas perseguem e matam muçulmanos xiitas, wahabitas, salafitas, alauítas ou de qualquer outro segmento. De fato, existem cerca de 70 subdivisões dentro do islamismo e todas são umas contra as outras. É um reino dividido mais do que qualquer outra coisa, unindo-se apenas quando estabelecem o alvo de trucidar alguma nação infiel bem sucedida. O infiel, uma vez dominado, poderá ter a vida preservada sob o domínio do estado islâmico desde que pague a “jizya”, taxa que representa uma “recompensa” por não ser assassinado e poder viver debaixo de governo muçulmano. Ainda assim, devem submeter-se às leis restritivas estabelecidas pelo líder muçulmano e não podem comprar, vender ou negociar sem prestar obediência às regulamentações islâmicas estabelecidas.

Embora hoje no mundo exista um caos generalizado dentro do islamismo, todos os clérigos e líderes políticos esperam o breve surgimento de um grande e único líder mundial ao qual todos deverão obrigatoriamente se submeter: o califa. O mundo islâmico está sem califa desde 1924 quando o Império Otomano foi oficialmente desmontado pela República da Turquia, país no qual estava baseado.
O califa é uma espécie de representante e substituto de Maomé, chamado pelos muçulmanos de último profeta de Deus. A partir do momento que um novo califa aparecer, todas as nações e indivíduos islâmicos terão que prestar fidelidade irrestrita à sua liderança sob pena de morte por decapitação.

Acredito firmemente que esse futuro e esperado califa islâmico é o mesmo personagem bíblico a quem os cristãos chamam de Anticristo que “fará segundo sua própria vontade, e se levantará contra todo tipo de deus, e também contra o único e verdadeiro Deus falará coisas terríveis, e terá sucesso em seus empreendimentos até o tempo que foi determinado por Deus. Ele não terá respeito ao Deus dos seus antepassados, nem a qualquer outro tipo de deus, porque se considerará superior, e no lugar destes deuses honrará a um deus de guerras, forças e fortalezas. Com o auxílio deste deus estranho agirá contra as fortalezas mais poderosas da sua época e aos que reconhecerem sua liderança lhes honrará e dará autoridade sobre muita gente; com estes também repartirá os países sob sua autoridade e a esse deus estranho honrará com ouro, prata, pedras preciosas e outras oferendas semelhantes para o seu templo e lugares considerados sagrados” (Daniel 11.36-39).

O grupo islâmico ISIS (sigla em inglês) ou EIIS (Estado Islâmico do Iraque e Síria), ingenuamente considerado como mais um “grupo terrorista” é uma milícia formada em outubro de 2004 por insurgentes iraquianos. Cabe registrar que o próprio EIIL ou EIIS, assim como outros grupos rebeldes muçulmanos, não se apresenta como um mero grupo rebelde, mas como um “movimento social com um braço armado”, que tem uma missão política: “estabelecer as bases para um califado islâmico”. Muitos não percebem, mas o fim profetizado nas Escrituras Sagradas estão se desenrolando em frente aos nossos olhos, e no curto período de 10 ou 15 anos o mundo que conhecemos hoje, não será mais o mesmo.

No vídeo abaixo você verá um dos combatentes do grupo EIIS fazendo o seguinte discurso:

“Em nome de Alá, bênçãos e orações sejam sobre o Mensageiro de Alá, damos graças a Alá que nos capacitou a percorrer a sua vereda, e nos juntamos ao Estado Islâmico no Iraque e Síria. Nós louvamos Alá que nos uniu aos leões do EIIS de todos os lugares. Bendizemos Alá que nos capacitou de prestar fidelidade ao Comandante de todos os Crentes: Abu Baker Al-Qurayshi Al-Baghdadi. Oh, nosso Comandante, nos comprometemos a obedecer-te, nos comprometemos a morrer. Conduza-nos a qualquer coisa que Alá te ordene. Conduza-nos até os tiranos e infiéis onde quer que estejam. Dizemos a vocês a mesma coisa que disse Abraão ao seu pai: De fato, nos desassociamos de vocês, e de tudo que vocês adoram se não for unicamente a Alá. Nós renunciamos vocês, e entre vocês e nós, surgiu a eterna animosidade e ódio, até que vocês creiam unicamente em Alá. Dizemos a vocês o mesmo que disse o profeta Maomé: Trouxemos o massacre até vocês. Saibam disso, ó infiéis: Por Alá, limparemos a Península Arábica da sua presença, seus imundos. Nós tiraremos Jerusalém de vocês, ó judeus! Nós conquistaremos Roma e Andaluzia, se Alá quiser. Digam Alá é Grande!”. E a multidão grita: “Alá é grande!”. Depois então ele diz: “Estes são seus passaportes, ó tiranos de todo o mundo. Por Alá, nós somos muçulmanos! Nós somos muçulmanos!”