Depois das manifestações “Eu sou Charlie” o que faremos? Como reagiremos e analisaremos a situação dramática onde nós mesmos nos colocamos?

Em nome da convivência e para evitar ofender alguns, estamos proibidos de nomear o perigo que enfrentamos. Alguns falam em terrorismos (assim mesmo no plural!), outros evocam o termo “uns extremistas”, todos com a intenção de manter a confusão sobre o real problema, no entanto, sem meias palavras, o problema é claro: O Ocidente está em guerra contra o Islã político.

Esta constatação é impossível de ser assumida por nossas elites desconexas da realidade, pois obrigaria à contestação do multiculturalismo imposto à força à Europa. Segundo nossos ideólogos, a única resposta que pode ser dada é a luta contra o “racismo” e a xenofobia! Ou seja, o ocorrido não serviu de lição.

Os islamitas franceses que partiram para e da Síria, os Mohammed Merah, Kouachi, Amedy Coulibaly e outros, assim como os jihadista do ISIS, têm se convertido em exemplos do serviço de propaganda islâmica.

Se não olharmos para o problema os fundamentalistas fecharão nossos olhos! Abandonaremos nossos princípios e alguns inculcarão os seus em nossos filhos! Será tarde para reagir. Felizmente, ainda há fortes personalidades europeias que nos recordam nosso dever de lutar e manter vivo nossos valores ocidentais. É o caso de Ayaan Hirsi Ali, covardemente abandonada por seu país de acolhimento, a Holanda, por medo de represálias.

Negar as evidências não fará desaparecer a ameaça dos fundamentalistas muçulmanos. Não importa o que falam sobre convivência, esses loucos de Alá só desejam a morte dos que não são muçulmanos. Essa é a realidade!

Dizem-nos que devemos respeitar o Islã, porém isso não significa que devamos fazer isso a qualquer preço. Nosso país não tem que adaptar-se aos costumes e valores muçulmanos totalmente alheios e estranhos à nossa civilização.  Não é a França que deve mudar para que o Islã se integre em nossa sociedade. O Islã político, que QUE PRETENDE MUDAR NOSSAS LEIS e identidade, não pode ter lugar em nossa terra.

Não fechemos mais nossos olhos diante da loucura assassina perpetrada pelo islamismo. Levamos quase 80 anos para começar a entender o que eram os regimes comunistas da Europa Oriental. Quanto tempo será necessário para perceber que O ISLÃ É A PRINCIPAL PRAGA DESDE NOVO SÉCULO?

É desgraçadamente compreensível que os islamitas de países de maioria muçulmana queiram viver sob a Sharia, já que o Islã não é só uma religião. O Islã pesa como uma lona sobre as liberdades individuais de seus seguidores e também é uma ideologia política com uma selvagem fome de dominação sobre tudo.

Devemos tomar consciência desse perigo.

Hoje nosso continente se encontra mais uma vez na linha de frente.  E apesar da forte presença do Islã na França, favorecido por uma imigração fomentada por nossa elite decadente, os valores islâmicos não devem se enraizar na terra de nossos ancestrais. A França e a Europa não serão uma terra do Islã!


Por Vicent Revel – Minuto Digital

Tradução e adaptação: De Olho na Jihad