O mundo reconhece que a história se repete

Acabei de assistir a esse filme e devo dizer que realmente não esperava pelo turbilhão de sentimentos que ele despertou.

Desde que me conheço por gente lembro de ficar assustadoramente fascinado com os acontecimentos da história em volta de Adolf Hitler, e é por essa razão que quando surge a oportunidade leio livros, revistas e vejo documentários relacionados ao assunto. Este interesse particular na pessoa de Hitler e o que aconteceu na Alemanha através da influência da sua IDEOLOGIA, sempre me fazem pensar na sutileza da força de um pensamento. E devo dizer que é a parte da SUTILEZA da força que neste momento me interessa. Sei que pode parecer antagônico falar sobre “sutileza e força” ao mesmo tempo, contidos em uma mesma ideia; mas, acredito que este é um grande segredo: não existe força ou poder que mais facilmente possam alcançar seus objetivos do que aqueles contra os quais ninguém acredite que precise lutar. Esta é a melhor tradução que consigo encontrar para a ideia da “força da sutileza de um pensamento”.

E, antes que me perca em meio à “profecia” sobre a qual devo escrever, preciso voltar a falar sobre o filme. Quanto ao filme, o resisti por um tempo desde que soube sobre o seu lançamento pois achava que se tratava de comédia, humor ou alguma coisa parecida. De fato, até os organizadores do Netflix inocentemente (ou não) o colocaram na categoria de comédia. Sei que os que já assistiram ou ainda vão assistir não vão concordar com o que vou dizer agora, mas peço licença para falar mesmo assim: mais da metade das pessoas que o assistirem, provavelmente não o entenderão. Não o entenderão exatamente pela mesma razão que levou os organizadores do Netflix a colocaram este filme na categoria de comédia. A sutileza da mensagem é impressionante. Primeiro, quando você inicia o filme (sem saber do que se trata) você pensa que tem a obrigação intelectual de rir em todas as cenas que parecerem indicar o momento como apropriado; mas à medida que a história se desenrola você começa lentamente a perceber que a única coisa que lhe faz pensar que deve ser considerado como engraçado é somente porque o coração do filme se trata de uma ficção irreal: “a milagrosa e impossível ‘ressurreição’ do único e verdadeiro Adolf Hitler”. O pavor que o filme gera começa a ser percebido quando você se dá conta de que a pergunta real que deve ser feita é: “E se no lugar da pessoa de Hitler houvesse uma ideologia, filosofia, política ou religião que fizesse exatamente a mesma coisa que ele fez? A sociedade atual estaria pronta para perceber seus movimentos? A sociedade teria disposição para se preparar e se defender? Ou simplesmente se tornaria refém por continuar achando impossível que a história se repetisse com tamanha crueldade?”

Na verdade o filme é uma ficção que não gostaríamos que se tornasse verdade; mas por mais estranho que possa parecer, você verá que existem cenas reais inseridas no filme que desejaríamos que não passasse de ficção. Saiba que não me refiro a cenas antigas de discursos de Hitler, ou marchas do exército hitlerista ou massacres de judeus associados à visão de mundo do “Terceiro Império”. As cenas reais que gostaríamos que fossem ficção são as reações do povo que são filmadas interagindo com o personagem tipicamente caracterizado de Hitler sem o saberem.

Devo admitir que o filme como um todo é brilhante, genial e um dos mais profundos que assisti nos últimos tempos. Trata abertamente da moderna vergonha alemã sobre a qual nenhum alemão gosta de tratar: Adolf Hitler, a Alemanha Nazista e a ideologia da suposta superioridade ariana. Como se não bastasse a coragem para tratar sobre o assunto de forma direta e transparente, ao se aproximar do seu fim o filme junta a mensagem que foi passada a cenas reais dos acontecimentos atuais: refugiados muçulmanos invadindo a Europa, partidos de extrema direita europeia se unindo oficialmente para impedir a implantação islâmica em suas nações e a clara incerteza do povo em um mundo em plena ebulição. Hitler, de seu ponto de vista perspicaz ao observar tudo isso, apenas conclui pensando de si para si mesmo: “O mundo como está hoje é sem dúvida um bom material de trabalho”.

O único “erro técnico” do filme, em meu ponto de vista, é a aparente sugestão de que os muçulmanos em breve poderão ser tratados como foram os judeus na época da Alemanha Nazista. A razão deste erro é que muitos não sabem que Hitler fora influenciado fortemente pelo Mufti Amin al-Husseini (uma espécie de líder religioso islâmico que na época exercia sua função sobre a cidade de Jerusalém). O que os grandes intelectuais da atual sociedade ocidental não perceberam é que a mesma ideologia com a qual Hitler simpatizou AINDA continua viva! A verdade é que o papel da ideologia Islâmica neste futuro negro que se “aproxima” não será a parte da sociedade que será perseguida e massacrada, como supõem alguns; ao contrário, como sempre, desde o seu nascimento, e como também O FOI NA ÉPOCA DE HITLER, será a força motora que incentivará a perseguição, o massacre e os genocídios de todos os seres considerados inferiores. Isto já está acontecendo HOJE e ainda continuará a acontecer amanhã.

Acredito firmemente que estamos no gargalo da história e o fato é que o mesmo ideal motivacional hitlerista está presente no Islamismo e enquanto a história se repete diante dos nossos olhos, ainda estamos “ocupados demais para notar”.

Nas FOTOS abaixo, observe nos detalhes que o Líder muçulmano e Mufti de Jerusalém passa em revista à tropa Nazista. Observe também que noutras ocasiões ele conversa amigavelmente com soldados e oficiais nazistas. Veja também que ele posa para a foto ao lado de líderes do exército nazista e em outra foto você pode observar ele falando pessoalmente com o próprio Hitler. Numa das fotos você verá três soldados nazistas com um folheto doutrinário nas mãos intitulado “O Islã e o Judaísmo”. Em detalhe o emblema que aparece na gola de tais soldados: uma insígnia com a suástica nazista e uma mão segurando uma espada, símbolo da conquista islâmica. Noutras fotos você vai observar a tropa islâmica pertencente ao exército nazista se curvando para o tradicional movimento de “oração”. Finalmente, mas não menos importante, você também verá fotos com grupos militantes de muçulmanos fazendo a saudação nazista, mulheres muçulmanas com cartazes de apoio às ideias de Hitler: “Deus abençoe Hitler”, diz o cartaz. A foto da capa de um livro de David Motadel que explica a ligação desconhecida entre “O Islamismo e a Guerra da Alemanha Nazista” e uma frase de Adolf Hitler sobre o Islã: “A única religião que eu respeito é o Islamismo. O único profeta que eu admiro é o profeta Maomé”.

…Sim, “ELE” ESTÁ DE VOLTA… mas não é quem você está pensando…

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