(PALESTINE and PHILISTINE)

O termo “Palestinos” está sendo completamente mal empregado nos dias de hoje. A partir da sábia usurpação e associação indevida do termo, um povo que não era o povo, se fez passar pelos supostos verdadeiros donos de uma terra que nunca foi deles.

O surgimento do termo “Palestina” ou “palestinos” tem uma história muito bem registrada que pode ser conferida com um pouco de pesquisa a respeito do assunto. Este foi um termo INVENTADO pelo imperador Romano Adriano

Jerusalém fora destruída pelas legiões Romanos na época de Tito, no ano 70 d.C., e por volta de 132 d.C. o imperador Adriano determinara a reconstrução de Jerusalém como uma cidade grega, e, exatamente por isso, os judeus de então sentiam que a sua cidade sagrada estava sendo profanada por estrangeiros. De fato, em toda parte surgiam estátuas, banhos públicos, centros ruidosos de vida profana. Durante o final do reinado de Adriano, um movimento armado anti-romano estourou no interior da Judeia, comandado pelo rebelde messiânico que viria a ser conhecido pelo nome de Bar Kochba (“o Filho da Estrela”). Nome inclusive pelo qual ficou conhecido o levante: Revolta de Bar Kochba.

Assim que Adriano soube do levante dos judeus, determinou que as legiões localizadas nas províncias vizinhas atacassem os judeus e os destruíssem. Não se sabe com certeza se Adriano participou ativamente da guerra judaica, e em que medida. O certo é que esta guerra foi longa e terrível. Após mais de dois anos de combates, as tropas romanas acabaram por sufocar a revolta.

Os sobreviventes foram vendidos como escravos. Roma decretou a EXCLUSÃO DOS JUDEUS de JERUSALÉM, que foi reconstruída como cidade grega e passou a chamar-se Élia Capitolina. No lugar do antigo templo judaico ergueu-se a estátua de Zeus e junto ao Gólgota (onde, segundo a tradição bíblica, teria sido crucificado Jesus) ergueu-se um templo à deusa grega Afrodite. A antiga província da Judeia PASSOU A CHAMAR-SE PALESTINA – FORMA DE TENTAR APAGAR A MEMÓRIA DA PRESENÇA JUDAICA NA REGIÃO pelo novo nome que fazia alusão aos antigos PHILISTEUS, antigos habitantes da região nos tempos bíblicos, os antigos cananeus. Todas estas determinações do imperador visavam o extermínio total da influência judaica na região. Eram leis estabelecidas que deveriam ser cumpridas e estavam sujeitos à pena capital todos que fossem contrários à sua determinação.

Por isso, no Talmud, essa revolta ficou sendo chamada “a guerra do extermínio”. De fato, por mais que a diáspora judaica tivesse-se iniciado séculos antes de Adriano, e que as narrativas sobre a guerra judaica tenham-se cedo revestido de características legendárias, é certo que a guerra eliminou definitivamente qualquer possibilidade de renascimento de um judaísmo centrado no Templo de Jerusalém.

Desta forma, “Palestina” tornou-se um termo comum usado para se referir à terra bíblica de Israel. Durante os anos de 1900 e antes de 1948, todos sabiam que um “palestino” não era outro senão um JUDEU que vivia na terra de Israel, que obviamente agora também era chamada de Palestina. Quando Israel se tornou uma nação em 1948, os judeus retomaram o termo bíblico ISRAEL para se referir ao renascimento de sua nação.

Em algum momento entre 1948 e 1963, o EGÍPCIO, YASSER ARAFAT pegou o termo “Palestina” para fazer referência ao CLAMOR ÁRABE pela terra de Israel. Assim, somente por volta de 1963 que o termo “Palestinos” começou a ser usado por árabes. NÃO EXISTE TAL COISA COMO A “ANTIGA TERRA DA PALESTINA”. EXISTE SIM A ANTIGA TERRA DE ISRAEL.

No entanto, por causa do uso CONTEMPORÂNEO do termo “Palestina”, acredito ser melhor que os Cristãos de forma geral não usem esta palavra para se referirem à terra de Israel. ISRAEL é como a terra do povo judeu era conhecida, mesmo nos mapas da Bíblia da época de Cristo e antes disso, quando o termo “Palestina” ainda não tinha sido inventado, o que só veio a acontecer 100 ANOS DEPOIS DE CRISTO.